Mostrando postagens com marcador Tênis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tênis. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Não deu


Infelizmente não deu. Em sua primeira final de Grand Slam, o US Open, Carolina Wozniacki lutou muito; chegou a sacar para fechar o primeiro set mas não resistiu à maior experiência da belga Kim Clijsters, perdendo por dois sets a zero (7/5 e 6/3).

Entretanto, fica o saldo de ser a primeira final de Grand Slam da tenista dinamarquesa, a belíssima campanha na competição, e a subida para o sexto lugar no ranking feminino. 

O blog continuará a acompanhar os resultados da tenista no circuito profissional, aproveitando para realçar o brilhante desempenho nesta competição, uma das quatro mais importantes do circuito aberto de tênis.

A propósito, queria chamar a atenção para uma coisa: nos dados colocados antes do início do jogo - que assisti ao vivo, ontem à noite, e queria esganar o locutor do SporTv que torcia para a belga - consta que ela tem 1m77 e 57 quilos.

Ora, esta é exatamente a minha altura, e o peso era o que eu tinha há seis anos atrás. Só que eu era um palito. Prova de que o corpo feminino é muito mais proporcional - e gracioso - que o masculino. 

Sua adversária, com a mesma altura, tinha 68 quilos de acordo com os dados informados - ainda refletindo a recente gravidez. Mesmo com estes efeitos, ela parece ter a mesma compleição física que eu - o que comprova o raciocínio do parágrafo anterior.

Ou seja, além de mais gracioso, a compleição feminina favorece a impressão de estar "acima do peso" - o que não é o caso da dinamarquesa e, com boa vontade, da belga. Traduzindo: aquela moça que parece "cheinha", na verdade, não o é observando-se os frios números da balança.

P.S. - Só para satisfazer a curiosidade dos meus 22 leitores, eu tenho 82 quilos atualmente.


(Fotos: Globoesporte.com. Somente a segunda foto é da partida de ontem)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

E segue a luta !


Quem leu o post que escrevi esta semana sobre tênis, sabe que elegi a dinamarquesa Carolina Wozniacki como uma espécie de "musa" do blog.

Então, acompanhando a trajetória da tenista no US Open, último torneio Grand Slam do ano, informo que a dinamarquesa eliminou a americana Melanie Oudin poer um duplo 6/2 e já está nas semifinais do torneio. 

A bela Caroline, nas semifinais, enfrenta como favorita a belga Yanina Wickmayer. A outra chave reúne a também belga Kim Clijters e a americana Serena "Cruz Credo" Williams.

Por outro lado, estava vendo trechos do jogo do Roger Federer contra o sueco Robin Soderling (vitória do suiço por três sets a um) e é impressionante a variedade do repertório de jogadas que ele tem. 

Aliás, o tênis masculino possui uma força bem maior nos golpes, em especial no saque. Os caras colocam uma força na bolinha que chega a ser assustadora.

E, para agradar ao público feminino do Ouro de Tolo, segue abaixo uma foto do suiço, um dos grandes da história do tênis - se não o maior.

Fotos: Carolina Wozniacki (Uol) e Federer (Globoesporte.com)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Sobre tênis e musas

Um tema leve, para iniciar a terça feira após um feriado prolongado.

Não sou exatamente um fã do tênis. Sei o básico, ou seja, regras, principais torneios, melhores jogadores e pisos onde é jogado. O suficiente para não passar vergonha em uma roda de amigos.

Entretanto, não me pergunte sobre técnicas de jogo ou golpes como forehand e backhand porque jamais saberei explicar. No máximo, direi que "saque e voleio" é um estilo de quadras rápidas, e "fundo de quadra", para pisos lentos. E olhe lá.

Faço esta introdução para dizer que o tênis não é um esporte que me prenda em casa para assistir a uma partida. Por outro lado, às vezes paro para ver partidas, em especial de tênis feminino.

Admiro o fato de que, no tênis, não se vê a masculinização das atletas tal e qual vemos em outros esportes como o basquete, o atletismo e o vôlei. Temos graciosos exemplos de jogadoras que unem a qualidade em seus saques, passadas e voleios com uma graça de fazer gosto. Bom, também tem as Irmãs Williams, mas aí é outra história...

Digo isto porque ontem, zapeando pela Net, encontrei uma partida válida pelo US Open (Aberto dos Estados Unidos), um dos quatro principais torneios do ano - o chamado Grand Slam. Duelavam a russa Svetlana Kuznetsova e a belíssima dinamarquesa Caroline Wozniacki. Já peguei o jogo pelo meio, e o engraçado é que, no terceiro e decisivo set, as duas tenistas tinham extrema dificuldade para manter os seus saques. Foi um festival de quebras.

Confesso que me peguei torcendo não pela melhor tenista, mas sim pela mais bonita, a dinamarquesa (fotos). Não serei hipócrita em dizer que não.

Minhas leitoras podem achar que é uma postura sexista; entretanto é da natureza humana, temos de admitir. Ou se jogarem um ogro e um tenista destes considerados "modelos", para quem vocês torceriam ? Ora, então admitamos...

Por outro lado, nossa sociedade tem a tendência excessiva de valorizar a beleza física em detrimento do conhecimento ou da bagagem trazida pelo ser humano. Acho isso ruim.

Mas voltando aos esportes, conseguindo conciliar a competência em seus planos de atuação com a beleza, evidentemente que tudo fica melhor. Até mesmo em termos de marketing e geração de receitas para o mesmo.
Sejamos honestos: o que é bonito todo mundo gosta. Duro é gostar do Pedro Migão...

Em tempo: para minha alegria, dois sets a um para Caroline Wozniacki, e classificação às quartas de final da competição. Que tenha vida longa no circuito.

(Fotos: Globoesporte.com)