Joel Santana, o Tosco, tentando falar Inglês. Nem eu, com meu conhecimento intermediário da língua, faço pior...
P.S. - Tomara que fique 20 mil anos na África do Sul...
Joel Santana, o Tosco, tentando falar Inglês. Nem eu, com meu conhecimento intermediário da língua, faço pior...
P.S. - Tomara que fique 20 mil anos na África do Sul...
Depois de alguns posts "pesados" e sérios demais, vamos falar um pouquinho de flores.
Matemática inexata do poema, luz emoldurada em quente tema, paixão recolhida em vida lema, lição bem conformada que o tempo crema...
Confesso que não sou profundo conhecedor das filigranas e estruturas jurídicas.
Ia escrever sobre esta farra promovida pelo Presidente do Senado e seus "atos secretos", mas o jornalista econômico Luis Nassif, com sua precisão habitual, define com maestria o tema. Segue abaixo - o grifo é meu.Confesso um profundo desânimo de escrever sobre os empregos dos familiares do presidente do Senado José Sarney.
Há três anos escrevi longamente sobre a venda da Cemar - Centrais Elétricas do Maranhão - para fundos de investimentos aliados a Fernando Sarney. A empresa estava sendo recuperada, por uma intervenção da ANEEL. O GP adquiriu o fundo simplesmente conseguindo que a Eletrobras renegociasse o passivo em boas condições. Um escândalo maiúsculo, sem a menor repercussão porque não havia interesse, naquele momento, em instrumentalizar a denúncia.
Meses atrás, quando estourou o caso Gautama, era evidente a ligação da empreiteira com a família Sarney. A mídia em geral atacou o governador Jackson Lago. Não saiu uma linha sobre Sarney. Depois, quando Sarney foi eleito presidente do Senado, desencavaram o tema por uma questão de conveniência política.
Quando começou o processo de cassação do Lago, fiz nova defesa aqui - ao lado de outros blogs independentes. O esquema Sarney em São Luiz espalhou que estava sendo financiado pelas verbas da Secretaria de Comunicação do Jackson Lago. Quando Roseana assumiu, escancarou as verbas e um valor imenso tinha sido aplicado nos grandes veículos, visando reduzir as críticas. Não houve retificação das insinuações lançadas.
Tenho um largo histórico de conflitos com o esquema Sarney. Na verdade, desde o Plano Cruzado, quando o consultor geral Saulo Ramos, um grande espertalhão, editou um segundo decreto do Cruzado para permitir a sobrevida da indústria das liquidações extrajudiciais e das concordatas - das quais ele, como advogado, sempre fora grande beneficiário.
Acompanhei as estripulias do Edemar Cid Ferreira, protegido de Sarney, assim como as concessões distribuídas a Mathias Machline, Abril, Objetivo. Graças a Sarney ganhei um Prêmio Esso em 1987 e fui rifado pela Folha pouco tempo depois e por razões bem sólidas, que garantiram a Sarney a gratidão do jornal e espaço vitalício como seu colunista.
Por tudo isso, considero Sarney o maior representante do que de mais atrasado existe na política nacional. E considero esse jogo de denúncias seletivas uma ampla manipulação. Usa-se a denúncia como ferramenta política apenas, jamais como instrumento de aprimoramento político.
Estou para escrever isso há algum tempo, mas havia faltado oportunidade. O Mille ganhou a classificação "Categoria A" do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, algo como um selo de eficiência energética para veículos.
O amigo Affonso Romero, que muito nos auxilia com suas análises sobre o Flamengo, escreveu um "manifesto" com sugestões de medidas necessárias, expressando descrença quanto aos grupos políticos atuais e uma descrição das eleições próximas do clube.
Hoje, em nossa série "Samba de Terça", um samba de que gosto muito, em especial pela sua poesia: "Chora Chorões", Estácio de Sá, 1985.
Tenho o hábito de pela manhã vir no trânsito ouvindo a Rádio BandNews FM; porque, embora não concorde com pelo menos a metade do que ele diz, eu gosto muito do âncora Ricardo Boechat e dos colunistas da parte da manhã.
Minhas filhas possuem o hábito - agora um pouco menos - de assistir ao canal Discovery Kids.
Confesso que há muito tempo um livro não me perturbava tanto. Acho que o último que me deixou desorientado desta forma foi o "Sem Vestígios", que tratava das confissões de um torturador do aparato de repressão brasileiro. Falo de "Confissões de um Assassino Econômico", de John Perkins.
Certos CDs existem para serem degustados, não consumidos como uma refeição corriqueira. É o caso deste CD que reúne a brasileira Maria Bethânia com a grande diva cubana Omara Portuondo.
Bom, a música para iniciar bem o final de semana está em ritmo de Dia dos Namorados.
Do "Blog do Ancelmo" :
Pra começar a sexta feira, alguns comentários rápidos - e polêmicos: